Empresa bem estruturada discute menos. A maior parte dos litígios empresariais que chegam ao escritório nasce de um contrato social genérico, de um acordo verbal entre sócios ou de uma venda feita sem garantia. Trabalhamos na estrutura e no conflito: montamos o que ainda não existe e resolvemos o que já se instalou — incluindo a defesa da empresa em reclamações trabalhistas e ações de consumidores.
Escolha do tipo societário, contrato social sob medida, entrada e saída de sócios, alteração de capital e encerramento regular.
Regras de governança, distribuição de lucros, cláusulas de saída, não concorrência e solução de impasses.
Apuração de haveres, dissolução parcial, exclusão de sócio e responsabilização por desvio de recursos.
Fornecimento, distribuição, representação comercial, franquia, parceria e prestação de serviços entre empresas.
Cobrança extrajudicial estruturada, protesto, execução de títulos e negociação de dívidas de clientes inadimplentes.
Contestação em reclamações trabalhistas e ações de consumidores, com foco em reduzir exposição e passivo.
Se alguma destas situações descreve o seu caso, vale conversar antes que o prazo comece a trabalhar contra você. A primeira consulta serve para entender o cenário — inclusive quando a resposta é que não há o que fazer judicialmente.
Agendar consulta →Ele registra a empresa, mas costuma silenciar justamente sobre o que gera briga: como se apura o valor da cota de quem sai, quem decide o quê.
Em regra a personalidade jurídica separa o patrimônio, mas essa separação pode ser afastada em casos de confusão patrimonial ou desvio de finalidade.
Nem sempre. Muitas vezes uma política de cobrança bem desenhada recupera mais valor e mais rápido que uma execução.
Começa pela revisão da documentação de admissão, jornada e desligamento do empregado envolvido, para construir a contestação sobre base factual sólida.
As respostas acima têm caráter informativo e geral. Situações concretas dependem de análise individual dos documentos e dos prazos aplicáveis.